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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Gallery

A pedido de e sob a curadoria dela mesma, da Gentil Carioca, este blogueiro/galerista posta aqui uma obra-prima do Renascimento. Dos dois protagonistas do quadro, sou um deles quando ébrio. E quando sóbrio também. O artista em tela e nesta tela é Ticiano (Tiziano Vecellio/Vecelli), que viveu na Itália entre 1490 e 1576. Ticiano (ou Tizian Vecellio De Gregorio, Ticiano, Titian ou Titien - vá ter nomes assim como se fosse um avatar de rede social!) foi um dos principais representantes da escola de Veneza do Renascimento e antecipou tendências que seriam solidificadas no Barroco e no Modernismo.


O quadro exposto é "Bacchus and Ariadne" ("Baco e Ariadne" ou "Dionísio e Ariadne"). A cara Gentil me recomendou mais duas obras que ficam para serem posteriormente expostas. Como sou econômico, exponho um quadro por vez (se eu fosse dono de museu, estaria rico!).





E, Gentil, te aviso desde já que este blogueiro adora uma exposição e, frequentemente, tem sido convidado para desnudar-se (no Facebook). Embora eu não seja exatamente um tímido quando se trata de expor algumas partes do corpo (os amigos de balada bem o sabem!), por enquanto não vou me publicar, com ou sem roupa, nesta ou noutras seções do blog. Para tanto, devo fazer uma exposição mais para o devasso contemporâneo do que para a estética do Renascimento (se bem que as curvas do corpito aqui combinam com aquele período lá! Affe!).


Essa pintura de Ticiano - chamado pelos seus conterrâneos de 'o sol entre as estrelas' - foi produzida entre 1520 e 1523, sob encomenda, e atualmente pertence ao acervo da National Gallery, de Londres, Inglaterra.


8 Comentários:

pinguim disse...

É uma belíssima tela, que já tive oportunidade de observar ao vivo, mais que uma vez.
Fiquei surpreso e expectante sobre o que falas sobre a exposição do teu corpo, principalmente quando falas no devasso contemporâneo e o associas às curvas renascentistas do teu corpito, como lhe chamas; ai esta libido, que está sempre presente (falo de mim, claro)...
Abraço.

Mauri Boffil disse...

muito linda a tela...
E agora vim perceber a origem do nome Ariadne...

FOXX disse...

conheci seu blog agora
bem interessante!

gentil carioca disse...

Que bom que todos gostamos, Mr. Red. Sinto-me mais aliviada e tranquila para novos pitacos futuros.
Mas uma grande e angustiante pulga quedou-se por detrás de minhas indiscretas orelhas: a qual protagonista o senhor se refere?
Trago cá meu palpite, mas...
E quanto às renascentistas "curvas" (ah, os pleonasmos...), dear Mr., também as trago, principalmente nas ancas e nos culotes. Terríveis, absolutas e inexoráveis.
Quisera voltasse moda onde as gorduras eram apetitosas e grandeza dos corpos, pura volúpia...

Redneck disse...

Pinguim, lhe invejo o fato de ter visto a tela pessoalmente. Fui a Madri e não fui ao Prado por absoluta falta de tempo. Frustração imensa por isso. Quanto à minha própria exposição, não se refira apenas à sua própria libido. Mesmo porque isso sempre está presente em mim. Em alguns textos, de forma bastante aberta. Um dia eu ainda me exponho bem descaradamente por aqui, para tristeza de minha mãe (por enquanto, não pretendo fazer do blog um espaço de cenas de nudez, mas, sabe-se lá, né!). Quanto o fotógrafo Spencer Tunick esteve aqui em SP, estive prestes a compor com a multidão de pelados e somente não o fiz porque a minha mãe, que me conhece, me telefonou e disse que não gostaria de me ver em reportagens de TV. Devo ter um componente índio porque, por mim, andava desnudo por aí. Abraço!

Redneck disse...

Mauri, Ariadne significa casta ou sagrada. E quase sempre a abordagem cultural - seja em quadros, literatura ou qualquer outra expressão - pende para o sagrado, o profano ou o confronto entre ambos. Abraço!

Redneck disse...

Foxx, eu conheço os seus dois blogs - Espartanos e Estórias do Mundo - há algum tempo e, inclusive, os sigo por meio do Google Friend Connect. Seja bem-vindo e fique à vontade, de forma casta, sagrada ou profana, conforme preferir. Abraço!

Redneck disse...

Gentil Carioca, temo que você é uma conhecedora mais aprofundada das artes, sua danada. Quanto ao protagonista com o qual me identifico, serei dúbio: posso ser tanto o casto quanto o voluptoso. Me equilibro entre a sobriedade e a embriaguez. Sou devasso e santo. Sou todos. Por vezes, alguma persona se impõe e as demais se escondem, envergonhadas. No mais das vezes, sou 'normal'. Agora, quanto às curvas renascentistas, tem razão. Mas, na minha opinião, Fernando Botero com aquelas bolotas todas está mais próximo de mim do que eu gostaria de admitir. Beijo!

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Redneck, em inglês, define um homem rude (e nude), grosseiro. Às vezes, posso ser bem bronco. Mas, na maior parte do tempo, sou doce, sensível e rio de tudo, inclusive de mim mesmo. (Redneck is an English expression meaning rude, brute - and nude - man. Those who knows me know that sometimes can be very stupid. But most times, I'm sweet, sensitive and always laugh at everything, including myself.)

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