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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Eu tenho um amor em Nova York!

Eu tenho um amor em Nova York. Eu tenho um amor em Edinburgh. Eu tenho um amor em Montreal. Não te contei? Pois tenho, sim! Tenho três amores. Se fossem dois, daria nome de filme. Entre dois amores. Pois quis o destino que fossem três. Entre três amores divide-se o meu mapa continental.


Eu nunca te falei? É verdade! Tenho três amores. Uma, em NY. O outro, em Edinburgh. A outra, em Montreal. Se sou infiel? Sou nada que eu bem que pegava os três. Não se assombre! Eles sabem que sim. E vejo até risinho feliz de uma, do outro e da outra, se porventura lerem esta declaração. Safados! Eu ao menos confesso minhas perversões!

Tenho três amores que fazem escala no Canadá, nos EUA e na Escócia. No Canadá, só por escolta da polícia montada porque, com o frio que faz lá, preciso de proteção extra. Em NY, que não conheço a Big Apple mas com a qual tenho intimidade como se já minha fosse, vejo a outra, maybe she and her little bag. Maybe! Que não sei se costumes daqui se reproduzem lá. O outro, sob as kilts escocesas, tenho visto quase que diariamente a celebrar um amor de verdade. Bonito de ver. Mas não vi nada por debaixo das kilts. Só tarjetas repressoras!


Pois que tenho amores que, numa escala, recolho aos três num só dia. Pipocarei de aeroporto em aeroporto para quicar feito uma bola de um penâlti arrasador e, de uma só feita, sobrevoarei dois continentes e pousarei em cada um dos amores expatriados.

Quem pode dizer que tem três amores assim, de pronto, sem temer que um do outro saiba? Pois que de amores legítimos o mundo anda falto e eu aqui, farto de três. Não um, não dois, e sim três.


Por que? Porque eu posso. Porque eu sei que sim. Porque não contabilizei os locais. Porque amor não se conta. Se proclama e se declama. E resolvi declarar publicamente a essas três pessoas que, longe do torrão natal mas bem perto do meu firmamento que, de forma alguma, o sentimento se esvai, a despeito da distância nos afastar feito sol e lua.

Me veio assim a declaração, em psicografia tirada da rua, do nada. Só deu vontade. E saiu de pronto, de um jorro só. Que essas coisas, às vezes, não cabem e precisam vazar, inundar. Amo vocês três! Beijo, me liga! (um de cada vez, sem pressa).

6 Comentários:

gentil carioca disse...

Feliz de você. Pois que amores, quantos mais, melhores...

La Voyageuse disse...

Nao estampei um risinho maroto quando li sua declaracao de amor. Quando ali me reconheci, abri logo um sorrisao de boca aberta no meio da cara!!!!
Emocionou-me! Red, eh muito tempo junto, muitas historias, eh amor mesmo, ainda que parta das terras glaciais. Tambem te amo! Um beijo e passa aqui em casa.

pinguim disse...

Eu precisava mesmo de ter, já não digo três amores - basta-me um, o que tenho em Belgrado - mas sim três boas amizades, algures numa cidade europeia qualquer, para me dar guarida durante 15 dias na próxima primavera, a mim e ao meu amor; se fosse em Paris, melhor ainda...
Abração.

Redneck disse...

Gentil Carioca, não é mesmo? Esses amores, ainda que não carnais, apaixonados e de casais podem fazer nos fazer mais do que amores de verão, daqueles passageiros que nos estragam tanto o verão quanto o coração. Os primeiros são duradouros como somente o sabem ser os amigos, os segundos, aves migratórias que não hesitam em bater asas ao primeiro sinal de mudança de estação. Beijo!

Redneck disse...

La V, pois que já fiquei feliz de receber uma contra-declaração de amor. Depois de tantos anos, ainda em tempo de nos declararmos, não? Nunca é tarde, portanto. Beijo!

Redneck disse...

Pinguim, é que sou carente e como ninguém tem me dito que me ama, já coloquei logo de público e, você viu? Funcionou! Pois que La V já se emocionou e entregou que me ama também. Acho que vou nominar um a um os meus amores geográficos e fazer com eles um colar cheio de contas de amor. Se não o tenho, o amor capaz de me dar em guarida em São Paulo, o buscarei em outras praças e, quiçá, como você, eu o encontre em Barcelona, cidade que, embora eu não tenha lá laços de amor, tenho por ela amor de nascença. Abraço!

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Redneck, em inglês, define um homem rude (e nude), grosseiro. Às vezes, posso ser bem bronco. Mas, na maior parte do tempo, sou doce, sensível e rio de tudo, inclusive de mim mesmo. (Redneck is an English expression meaning rude, brute - and nude - man. Those who knows me know that sometimes can be very stupid. But most times, I'm sweet, sensitive and always laugh at everything, including myself.)

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