Sangue verdadeiro de vampiro volta com amor imenso



for a Second Life less ordinary - ano V



Postado por | Post by Redneck às 19:00 3 Comentário(s) | Comment(s)
Categoria | Categorie TV
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Postado por | Post by Redneck às 14:30 6 Comentário(s) | Comment(s)
Categoria | Categorie Comportamento, Homem, Mulher, Sexo
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Postado por | Post by Redneck às 14:00 4 Comentário(s) | Comment(s)
Categoria | Categorie Internet, Web 2.0
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Você já viu o personagem Rakelli da novela das 7? Vai me dizer que nunca fez uma Rakelli rapidinha? Então, tá! Adoro ela! Burrinha (isso deve ser genese, disse a gracinha, ao invés de dizer genético), lindinha. De vez em quando, alguém se revela. A atriz é Isis Valverde, que já foi a Ana do Véu, lembra?
Por que tudo isso? Porque estou com frio, tipo frio, friozão, de vontade. Olha a quantidade de carência ...
Mais? Sim, o vídeo e a letra, claro.
Esnoba
Só porque tenho por ela
Um apreço imenso
Só porque tenho por ela
Um apreço imenso
Só porque tenho por ela
Um apreço imenso
Só porque tenho por ela
Um apreço imenso
Ah! Não tem nada não
Eu bem que me conheço
Eu sei que um dia vira mesmo
Mudo de endereço
E essa criatura
Por quem eu tenho apreço
Vai ficar cheia de culpa
Por me dar desprezo...
Só porque tenho por ela
Um apreço imenso
Ela me esnoba
Me esnoba!
Me esnoba!...
A minha vida é dura
E duro é o meu cabelo
É black power
Todo mundo quer ter meu cabelo
E essa criatura
Por quem eu tenho apreço
Fala da minha conduta
Prá eu raspar o cabelo...
Dei meu amor
Você bem maltratou
Sorriu dele
Pisou, machucou
Não quis mais conversa
Hum!
Disse que a vida mudara
E que eu não tinha nada haver
Com as pessoas
Que hoje lhe cercam
É! Ai eu disse:
Que ele não sou nenhum mito
Me calo, não grito
Mas fico aflito
Pois nunca complico
Que é muito normal
Sou desligado como uma tomada
E o amor que eu sentira
Não valeu de nada
Pois tudo se acaba
Como num seriado banal...
Tenho por ela
Um apreço imenso!
Só porque tenho por ela
Um apreço imenso
Ela me esnoba
Me esnoba!
Me esnoba!...
Ah! Não tem nada não
Eu bem que me conheço
Eu sei que um dia vira mesmo
Mudo de endereço
E essa criatura
Por quem eu tenho apreço
Vai ficar cheia de culpa
Por me dar desprezo...
Só porque tenho por ela
Um apreço imenso
Ela me esnoba
Me esnoba!
Me esnoba!
Só porque tenho por ela
Um apreço imenso
Ela me esnoba
Me esnoba!
Só porque tenho por ela
Um apreço imenso
Ela me esnoba
Me esnoba!
Me esnoba!
Só porque tenho por ela
Um apreço
Ela me esnoba
Me esnoba!
Postado por | Post by Redneck às 00:39 1 Comentário(s) | Comment(s)
Categoria | Categorie Música, Vídeo
Artigos Relacionados:Artigos relacionadosLa dolce vita! Reprimido como se em Cuba estivesse, mas, com direito a comprar celulares de US$ 120 para um salário mensal de US$ 19, vou me dedicar exclusivamente ao ato de postar sobre gastronomia, já que não posso comentar sobre fusos, rocas, dedos furados e príncipes cujos cavalos brancos estão a galope, mas em direção contrária do que eu poderia supor. Enfim, ces´t la vie. E la vie en rose é só um filme, a despeito de le fabuleux destin d'Amélie Poulain querer provar o contrário.
Teoricamente, me considero informado. Profissional e pessoalmente, devo sê-lo, até porque vivo da informação. Mas, no roldão das provas, eis que me confundo aqui e ali, e tinha certeza de que teria prova prática nesta terça-feira, 15, quando, de fato, a prova prática da disciplina de Confeitaria já ocorreu há duas semanas, exatamente no dia 1º. de abril e, exatamente talvez por conta disso, por tão desacreditado ser este dia (não por mim), não registrei, ou melhor, releguei a informação a regiões remotas do cérebro, chamadas de células piramidais, que constituem-se na maior parte da terceira e quinta camadas do córtex cerebral.
Quer dizer, mais um pouco e estariam lá pelo sétimo inferno de Dante e sua trupe. Como não sou Beatriz, objeto de amor platônico de Dante, mas, ao contrário, por assim dizer, e tristemente, continuo vítima de experiências dantescas como se Dante fosse, sigo por aí, a misturar Dante com Dom Quixote e, às vezes, me bater com moinhos de vento e, simultaneamente, rodopiar pelos círculos infernais. Vida dura essa, de personagem que foge do autor e confunde os livros.
Você viu como demora para engrenar? Estou quase no final do 1º. ato e não consigo entrar na cena! É o mal que acomete dez em cada dez jornalistas: a prolixia. Pensava que, ao encarnar um aprendiz de cozinha, teria superado esse mau jeito com as palavras. Isso não ocorreu e tampouco consegui estabelecer uma relação de camaradagem com a minha faca.
Mas, a vida pode ser doce, sim. Como parte da prova prática, de duas semanas atrás, tivemos um trabalho de pesquisa a ser entregue: "Mudanças de Hábitos Alimentares na Sociedade Brasileira com Relação à Sobremesa". A confeitaria, como tudo neste País, é recente (contamos os anos às centenas, não em milhares, como o Velho Mundo). E essa pesquisa me fez constatar que a indústria da confeitaria é novíssima: começou, efetivamente, apenas após a Segunda Guerra Mundial, o que significa meados da década de 40. Nossa doçura, espalhada em balcões atraentes com chamativos cremes, cores, tipos e variedades, não tem nem 80 anos.
Então, por favor, não me cobre doçura que não a tenho em larga escala. E agora que sei porque, vou usar isso como um ardil para, volta e meia, ser mais amargo do que chocolate amargo. Se estamos na adolescência da confeitaria brasileira, por que logo eu tenho que puxar o carro e ser doce? Fora!
Hoje fizemos uma linda, cremosa e engordativa produção: a Torta Moderna. Não vou dividir com você a receita porque é bastante longa e a explicação seria por demais açucarada e, se você leu até aqui, sabe bem que não é esse o caso. Não neste momento. Só quero comentar que a Torta Moderna é feita à base de massa Joconda (fizemos no ano passado) e patê à Cigarrete.
A montagem da Torta Moderna, para você ter uma idéia, é composta por 7 camadas (de novo, os círculos de Dante!): o fundo, ou base, é de biscoito triturado com manteiga; a camada que circunda a torta é de massa Joconda com chocolate; depois, há uma camada de mousse de manga; uma outra camada de manga caramelada; mais mousse de manga; chantilly; espelho (frutas decorativas); e acabamento final com decorações de chocolate e caramelo. Ficou tudo muito lindo e gostoso, como você pode ver nas fotos. E o dia ficou, sim, mais doce. Agora, passadas algumas horas, já começo a repensar se deveria ter me fartado na cremosidade de tanto doce.
(Revisite: os filmes La Vie en Rose e O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain. Para sonhar e acreditar, ainda que o coração de Amèlie, imenso, não seja suficiente para conter o meu próprio fel. Assista também, já que é para ser over, Loucos de Amor.)
Postado por | Post by Redneck às 23:34 3 Comentário(s) | Comment(s)
Categoria | Categorie Gastronomia
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Dá para amar, casar e ter filhos com mais de uma pessoa por vez? De acordo com a série "Big Love (Amor Imenso, no Brasil)", sim. A segunda temporada da série estréia no próximo dia 9 de setembro, às 23 horas, na HBO. O tema central é a poligamia e o cotidiano de um empresário norte-americano que tem três esposas. A série provocou polêmica por ser ambientada em Salt Lake City, EUA, cidade sede da Igreja de Jesus Cristo dos Últimos Dias (mórmons). A comunidade mórmon, claro, não gostou. A igreja, no passado, admitia a poligamia e seu fundador, Joseph Smith Jr., chegou a ter 27 esposas. Os protagonistas são Bill Paxton (de Aliens - O Resgate e Twister), Jeanne Tripplehorn (Instinto Selvagem), Chloë Sevigny (Melinda e Melinda) e Ginnifer Goodwin (Ed). A série é produzida pela Playtone Productions, de Tom Hanks. Como vocês já devem ter percebido, sou bastante fã de seriados da TV paga. Antes mesmo da TV paga, eu gostava de "Arquivo X", que a Record transmitia. Depois, quando me tornei um assinante, sempre há, em um ou em alguns canais, séries que me agradam bastante. É o caso de "Big Love", que retrata a dificuldade do protagonista de viver casado com três mulheres e ter que driblar essa condição o tempo todo diante da sociedade. Como se sabe, a poligamia é proibida por lei. O engraçado é que as casas das três esposas ficam uma ao lado da outra e há um imenso (ou big?) quintal que as une. Claro que há ciúmes, há a primeira esposa, que tem direitos sobre as demais, e há também a vergonha dos filhos em admitir para os amigos que o pai tem mais de uma esposa. Cada esposa é um estereótipo: a mais velha é a mais centrada; a segunda, filha do líder dos mórmons, é consumista e meio doida; e a terceira é bastante insegura. Recomendo, a despeito de não acreditar em compartilhar o amor. Sou egoísta mesmo e o nome da minha série particular seria "Prison Break", em que o meu respectivo amor ficaria preso do jeito que eu bem entendesse.
Postado por | Post by Redneck às 13:37 0 Comentário(s) | Comment(s)
Categoria | Categorie Comportamento
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