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sábado, 12 de janeiro de 2008

Diva é diva!

Amy Winehouse terá de passar em um teste antidrogas para conseguir um visto norte-americano. A cantora inglesa está programada para se apresentar na cerimônia de entrega do Grammy, que acontece no dia 10 de fevereiro, em Los Angeles. Winehouse recebeu seis indicações, inclusive gravação do ano e álbum do ano.Autoridades norte-americanas exigem que a cantora prove que está "limpa" para conseguir entrar nos Estados Unidos. Amy, que apareceu loira nesta semana, passou alguns dias em um centro de desintoxicação antes do Natal (a rehab famosa a qual cinco entre cinco cantoras fazem questão de adotar como modo de vida atualmente). Há boatos de que a cantora reduziu o uso de drogas e álcool, mas ainda não está livre do vício. "A equipe dela está desesperada para limpá-la, já que o Grammy é muito importante. Mas Amy não está muito preocupada", afirmou uma fonte ligada à cantora.

A casa é o espelho do(a) dono(a)

Este vídeo é uma homenagem a todas as mulheres (e gays) que visitam este blog. Por experiência própria, sei o trabalho que dá manter uma casa limpa e toda ajuda (!!!) é bem-vinda. Mulheres (e gays), nem tudo está perdido! Depois de tanta lamentação sobre minha silhueta com contornos arredondados, eis que ofereço este vídeo para tornar suas vidas mais leves. Para contratar este tipo de serviço, entre em contato comigo. Bom sábado!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

A ditadura da estética

De acordo com a minha carga genética, a princípio, a minha compleição (acho que ninguém mais usa essa palavra) era para ficar circunscrita a um determinado perímetro. Esteticamente, fui formado para ser como este carinha da foto abaixo:

Mas, com o decorrer do meu processo evolutivo (que se deu nas bordas, sobretudo), nos últimos anos, especialmente com a minha migração do interior para São Paulo, as coisas desandaram. Houve um afluxo de adiposidades que me tornaram malemolente, sonolento e com sentimentos insanos de sempre deitar e esperar passar. Tanto assim que tracei para mim mesmo, nos moldes do rodízio de São Paulo, um centro expandido (que não é nem um pouco flexível) para eu caminhar. Esse centro expandido (ou devo dizer comprimido) não ultrapassa os 100 metros de circunferência no entorno da minha casa. Passou disso, carro nele! Bem, com esta mentalidade torta, adquiri, a moles penas, uma estatura da qual não me orgulho, conforme retratado abaixo, e que resulta numa deformação da concepção original feita pelo meu padrinho Michelangelo:


O resultado, como vocês podem imaginar (e visualizar), está longe de ser considerado algo minimamente convergente com o que se convencionou a chamar-se de 'estética'. Não foi sem sustos que adquiri tamanha envergadura. Contudo, ao susto prevaleceu o viver sem fronteiras, como bem prega uma conhecida operadora. Que, a propósito, tem tudo a ver porque é da mesma terra do meu padrinho. Voltemos! Com essa atual constituição física, meu querido padrinho daria urros de tristeza. Sei muito bem que estou fora dos princípios elegantemente traçados por ele. Mas, a vida tem seus percalços e, de fragmento em fragmento, tornei-me uma rocha. Obesa, porém sólida (é isso mesmo, alguma coisa, além da largura, tem que ser ressaltada ao final desse processo). Entre o esbelto e mundialmente conhecido como modelo de beleza na primeira foto e o monstro que agride as pessoas na rua simplesmente por existir, na segunda foto, pressinto que Michelangelo teria que raspar as sobras do segundo para elaborar um sub-produto, o que prova que há muita rocha para ser lapidada. Creio que daria para esculpir algo assim:


Não é engrandecedor reconhecer as coisas nesta perspectiva (que é o termo apropriado quando se trata de arte e estética). Mas, é nobre da minha parte ceder as portes rotundas para a escultura de uma nova obra. Isso você tem que admitir também. Assim, imploro que Michelangelo, do alto de seu spa celestial, tenha compaixão da sua criatura e que me alimente apenas de pó de mármore para que eu tenha uma redução expressiva de massa corpórea. Somente dessa forma poderei voltar ao panteão de uma estética aceitável. (Esse lamento todo é para dizer que não estou feliz. Nem um pouco! Mas, que preguiça!)

A verdadeira estória do Papai Noel

Santa Claus, the real story
Vídeo enviado por bigend

Atenção: este vídeo contém cenas de nudez e violência. Bem, eu esperei o Natal passar para não acabar com a alegria de ninguém. Mas, agora chega! Esta é a verdadeira estória de Papai Noel.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Pererecas, sapos e afins

Você, bleader que me frequenta constantemente, deve saber que a foto de abertura deste blog constitui-se de quatro pererecas vermelhas: três estão equilibradas, numa boa. A quarta está dependurada: não sei se vou, se sou assim, se quero isso, creio que não, fui! Esta última tem a ver com meu espírito: na dúvida, é melhor despencar das nuvens do que do terceiro andar, a la Machado. Bem, eu não sei o que rola no Blogger, mas, volta e meia, esta foto dá problemas e eu sou obrigado a retirá-la do banner do logotipo. Depois, eu volto com ela. Enquanto o Blogger faz estas confusões, no outro lado do mundo, na Tailândia, há um sapo chamado "Nong Oui" que, segundo sua dona, brinca com os brinquedos dos filhos. A agência de notícias Reuters fotografou o bicho em cima de uma pequena moto e também numa prancha de surfe. No nosso sítio, no interior, quando chega a noite, dá para contar quase duas dezenas de sapos que fazem a festa abaixo do poste que fica no quintal. Já contei 18, 14, 13 e 15 sapos. Já pensou se cada um fizesse um tipo de acrobacia como este das fotos? Ninguém mais lá em casa teria que engolir sapos. E quanto às pererecas, é da natureza delas pular para lá e para cá. Fazer o quê!



É preciso que tudo mude para ficar tudo igual

Em 1998, as telecomunicações do País foram privatizadas. Ou seja, este ano, faz uma década que acabaram-se as filas para os planos de expansão; acabaram os telefones fixos a US$ 5 mil (quem se lembra disso? Era o preço de um telefone em Alphaville, SP); terminou o ciclo do telefone como um investimento. Com as privatizações encerradas, naquele ano, o mapa das telecomunicações ficou assim: Estado de São Paulo, controlado pela Telefônica; Regiões Centro-Oeste e Sul, Brasil Telecom; e Regiões Nordeste, Norte e Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, com a Telemar (atual Oi). Ficaram ainda operadoras fixas como CTBC (Triângulo Mineiro, parte do Mato Grosso e Franca/SP) e Sercomtel (Londrina e Tamarana, Paraná, e única operadora municipal do País). Hoje, quinta-feira, 10, a manchete principal da Folha de S.Paulo deu que a Oi adquiriu a Brasil Telecom por R$ 4,8 bilhões. Ambas as empresas - Oi e Brasil Telecom - ainda não confirmaram, inclusive desmentiram. Apenas indicaram que estão em negociação. Por fora, a Telefônica disse que tem interesse na aquisição da Brasil Telecom também. Pela legislação, as concessionárias (que são a Brasil Telecom, Oi e Telefônica) não podem adquirir outra concessão e operar sua concessão original simultaneamente. Mas, como é de interesse nacional (quer dizer, do governo federal) que o Brasil tenha uma operadora gigante que possa concorrer com a espanhola Telefônica e com a mexicana Embratel (e Claro e NET), o presidente Lula deve editar algum documento que permita a transação. Simples assim. Quebra-se o decantado ´marco regulatório´ em benefício de uma transação que mantenha as operadoras dentro de casa. É claro que, se pensarmos em função de um sentimento patriótico, é bom que uma operadora que abranja mais de 65% do potencial de mercado de telecomunicações do País (se a fusão Oi e Brasil Telecom se concretizar) seja brasileira. Mas, do ponto de vista negocial, há uma quebra de contrato em relação às regras da privatização de 1998. Na telefonia móvel, o quadro mudou há muito tempo. Eram 27 operadoras móveis no momento da privatização. Agora, são apenas sete: Oi, TIM, Vivo, Claro, Sercomtel, BrT GSM e CTBC Celular. De consolidação em consolidação, as operadoras móveis oriundas de cada unidade da federação se uniram em grandes grupos. A última grande aquisição foi da Telemig Celular, feita pela Vivo. Quando se desenharam os primeiros mapas do sistema de telefonia privatizado, a idéia é que haveria concorrência em todos os setores. Para tanto, na telefonia fixa, foram criadas as chamadas empresas-espelho: Vésper São Paulo (para concorrer com a Telefônica), Vésper (para concorrer com a Oi/Telemar) e GVT (para concorrer com a Brasil Telecom). Também nasceu a Intelig, para bater de frente com a tradicional operadora de longa distância Embratel. Agora, acabou a Vésper (ambas foram adquiridas pela Embratel), a Intelig vai mal há muito tempo e apenas a GVT sobrevive. Na telefonia móvel, a concorrência acontece de fato. Apenas no Estado de São Paulo, teremos este ano, com a entrada da Oi, quatro operadoras que brigarão pelos mesmos assinantes. O que é bom para nós, consumidores. Mas, na telefonia fixa, apenas a NET (que é da Embratel) começa a brigar com a Telefônica. Com a aquisição da Brasil Telecom pela Oi, o monobloco das telecomunicações volta a ficar muito semelhante ao cenário de 1998. O resultado é que o Tesouro Nacional embolsou bilhões de reais para mudar tudo e deixar tudo igual. Minha recomendação, já que sou especializado no jornalismo de telecomunicações, é que, se você puder, use cada vez mais serviços como o Skype (ligações de computador a computador). São gratuitos e alternativos à velha e cara telefonia convencional. É o único meio de combatermos o poder de fogo das operadoras de telefonia fixa no Brasil.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Como ser gay

A Universidade do Michigan, nos EUA, lançou um novo curso: "Como ser gay: iniciação e homossexualidade masculina". A seguir, a descrição do curso: "Só porque ocorre de você ser um homem gay, não significa que você não tem que aprender como ser um. Homens gays aprendem por si mesmos entre eles, mas, em geral, nós aprendemos como ser gay através de outros, principalmente pelo que vemos deles, seja por ensinamento ou porque eles simplesmente nos dizem o que pensam que nós temos que saber, tenhamos nós questionado sobre seus conselhos ou não. Este curso examinará tópicos genéricos sobre o papel que jogos de iniciação exercem sobre a formação da identidade do homem gay. Nós o abordaremos sob três angulos: (1) como uma prática sub-cultural - tênue, complexa e difícil de teorizar -, sobre a qual um pequeno, mas significativo grupo de trabalho começa a explorar; (2) como um tema na literatura gay masculina; e (3) como um projeto de aula, desde o próprio curso, que se constituirá em um experimento no processo inicial cuja expectativa é ser compreendido. Em particular, nós examinaremos um número de artefatos e atividades culturais que têm um proeminente papel no aprendizado de como ser gay: filmes de Hollywood, óperas, musicais da Broadway e outros trabalhos de música clássica e popular, assim como outras correntes como camp, diva-worship, cultura do corpo, gosto, estilo e ativismo político. Há um grande número de trabalhos gays, que, classicamente, a despeito das mudanças de gostos e das gerações, todo homem gay, de qualquer classe, raça ou etnia, precisa saber sobre isso, para ser gay? O que existe sobre a identidade gay que explica a apropriação dos gays por estes tipos de conceitos? O que aprendemos sobre a identidade do homem gay ao perguntar não sobre o que é o homem gay, mas sim sobre o que faz ou do que gosta o homem gay? Um alvo de exploração destas questões é aproximar a identidade gay da perspectiva das práticas e das identificações culturais mais do que da perspectiva da própria sexualidade gay. O que pode nos dar uma melhor visão do sentimento, do afeto ou dimensões subjetivas da identidade gay, inclusive da sexualidade gay, do que um exclusivo foco na sexualidade gay? No centro da experiência gay existe não apenas identificação, mas também não-identificação. Quanto mais rápido eu aprender como ser gay, ou talvez mesmo antes, eu também aprendo como não ser gay. Eu digo para mim mesmo "Bem, eu posso ser gay, mas, pelo menos, eu não gosto daquilo". Para além de tentar promover uma versão da identidade gay às custas de outros, este curso investigará os parâmetros das identificações e não-identificações gays, na busca para criar as bases para uma vasta aceitação da pluralidade de caminhos pelos quais as pessoas determinam como ser gay. Nota adicional: Este curso não é uma introdução básica à cultura masculina gay, mas sim uma exploração de alguns conteúdos que emergem desse mundo. O curso presume algum conhecimento de fundo. Os estudantes que desejam se informar sobre o homem gay e a cultura gay de forma preliminar podem se inscrever em um curso introdutório de estudos gays/lésbicos." Tenho um amigo que me disse há muito tempo que quando você coloca alguma coisa dentro de um ambiente acadêmico, você tende a limitar a criatividade disso, seja uma área, pessoas ou qualquer outro tema. Concordo com isso e digo, sobre esse curso, que ou é algo dejá vu, como confinar ratos de laboratório para traçar reações a determinados incentivos ou bloqueios, ou é algo inovador. Mas, por outro lado, não acho nada inovador que se estude um segmento da população. Por que não criar um estudo introdutório de "Como ser homem" ou "Como ser mulher"? Me parece que é mais importante do que o de gays, já que os gays são originados por homens e mulheres. Estudar um comportamento ou cultura é compartimentar determinadas atitudes, pessoas e estereótipos dentro de um ambiente acadêmico esquematizado, com direito a análises, diferentes graduações, nuances, notas de rodapé, ou seja, uma tese acadêmica. Ou eu muito me engano, ou isso foi feito na Alemanha nazista e os resultados ferem as pessoas até nossos dias. Tenho para mim que a Universidade de Michigan tentou polemizar com a criação desse curso. Não tenho maiores elementos sobre quem criou o curso, como foi isso e como os estudantes o receberam. Mas, em função de movimentos históricos semelhantes, o resultado final quase sempre foi desastroso. O que me soa mais estranho é que uma universidade, que deve disseminar o saber, crie algo assim. Aliás, são sempre as pessoas mais próximas que desenvolvem germes de idéias que, a posteriori, podem ser usurpadas e transformar-se em cruzadas histéricas. Espero que não seja o caso.Visite você mesmo a University of Michigan para ter uma idéia mais ampla sobre o assunto.

Simpatia ou perversão?

Chidi Ogbuta, de Allen, Texas, EUA, decidiu fazer-se comer à sua imagem e semelhança. Tenho para mim que há um fundo sexual na história. A moça, noiva, sonhou e encomendou um bolo de casamento com suas próprias medidas (altura, largura, busto) e rosto. O bolo foi feito por um confeiteiro, mas, o rosto foi devidamente esculpido por um artista. O conjunto da obra de comer levou uma semana para ficar pronto. Apesar do que eu penso a respeito, o primeiro pedaço do bolo foi do noivo. Mas, todo mundo tirou uma casquinha. Agora, cada noiva que eu conheci acredita em alguma simpatia. Umas bordam os nomes das amigas encalhadas na barra do vestido. Outras, usam cinta-liga. Outras, carregam sabe-se lá o que no percurso da porta da igreja ao altar. E por aí vai. Para mim, essa norte-americana foi longe: decidiu que todos a comeriam em seu próprio casamento. É algo como uma pseudo-antropofagia coletiva. Perverso, não?

Em tempo (espero)

A despeito de estarmos no 9º. dia de 2008, quero desejar a todos os leitores um ótimo ano. Como estamos numa rede internacional, exprimo meus cumprimentos em diversas línguas porque essa aldeia globalizada ainda é uma Babel. Com isso, reduzo o fato de ter sumido e de não ter desejado ótimos fluidos para este ano (e um restinho de 2007, pelo Natal). Então, Feliz Ano Novo, em 91 versões:

1. "Gézuar Krishlindjet Vitin e Ri" (Albânia)
2. "I'D Miilad Said ous Sana Saida" (Arábia Saudita)
3. "Edo bri'cho o rish d'shato brich'to" (Armênia)
4. "Selamat Hari Natal" (Malásia)
5. "Shuvo Baro Din - Shuvo Nabo Barsho" (Bangladesh)
6. "Vesele Vanoce" (República Tcheca)
7. "Boas Festas e Feliz Ano Novo" (Brasil)
8. "Vasel Koleda; Tchestita nova godina" (Bulgária)
9. "Kung His Hsin Nien bing Chu Shen Tan" (Mandarim)
10. "Gun Tso Sun Tan'Gung Haw Sun" (Cantonês)
11. "Bon Natale e Bon capu d' annu" (Córsega)
12. "Rot Yikji Dol La Roo" (Croácia)
13. "Afvcke Nettvcakorakko" (Grécia)
14. "Glædelig Jul og godt nytår" (Dinamarca)
15. "Christmas-e- Shoma Mobarak" (Suécia)
16. "Vrolijk Kerstfeest en een Gelukkig Nieuwjaar" (Alemanha)
17. "Colo sana wintom tiebeen" (Egito)
18. "Jutdlime pivdluarit ukiortame pivdluaritlo" (Pólo Norte)
19. "Gajan Kristnaskon" (Esperanto)
20. "Rõõmsaid Jõulupühi Head uut aastat" (Estônia)
21. "Zorionak eta Urte Berri On" (Países Bascos/Espanha, Pirineus)
22. "Gledhilig jól og eydnurikt n?ggjár" (Países Nórdicos)
23. "Cristmas-e-shoma mobarak bashad" (Irã)
24. "Maligayang Pasko" (Filipinas)
25. "Joyeux Noël et Bonne Année" (França)
26. "Noflike Krystdagen en in protte Lok en Seine yn it Nije Jier" (Regiões da Alemanha/Holanda)
27. "Bon Nadâl e Bon An Gnûf" (Região da Itália)
28. "Froehliche Weihnachten und ein glückliches Neues Jahr" (Alemanha)
29. "Kala Christougenna Kieftihismenos O Kenourios Chronos" (Grécia)
30. "Juullimi Ukiortaassamilu Pilluarit" (Groelândia)
31. "taiporâ ndéve ko ary pyahu!" (Brasil/guarani)
32. "Barka da Kirsimatikuma Barka da Sabuwar Shekara" (Países da África)
33. "Mele Kalikimaka & Hauoli Makahiki Hou" (Havaí)
34. "Mo'adim Lesimkha. Shana Tova" (Israel)
35. "Shub Naya Baras" (Índia)
36. "Kellemes Karacsonyiunnepeket & Boldog Új Évet" (Hungária)
37. "Gle?ileg Jól og Farsaelt Komandi ár!" (Islândia)
38. "Selamat Hari Natal" (Indonésia)
39. "Idah Saidan Wa Sanah Jadidah" (Iraque)
40. "Nollaig Shona Dhuit" (Irlanda)
41. "Buon Natale e Felice Anno Nuovo" or "Buone Feste Natalizie" (Itália)
42. "Shinnen omedeto. Kurisumasu Omedeto" (Japão)
43. "Bouan Noué et Bouanne Année" (Ilha de Jersey)
44. "Rastawanke Sinun, Uvven Vuvenke Sinun" (Parte da Rússia)
45. "Sung Tan Chuk Ha" (Coréia)
46. "Appi Krismes en Appi Niu Yaa" (Serra Leoa)
47. "Bon Nadel y Bon Ann Nuef" (Região da Itália)
48. "Buorit Juovllat ja Buorre Oddajahki" (Lapônia)
49. "Natale hilare et Annum Nuovo" (em latim)
50. "Wjesole hody a strowe nowe leto" (Região da Alemanha)
51. "Linksmu Kaledu ir laimingu Nauju metu" (Lituânia)
52. "Riiemlizi Talspividi ja pagin vonno udaigastos" (Letônia)
53. "Schéi Krëschtdeeg an e Schéint Néi Joer" (Luxemburgo)
54. "Streken Bozhik" (Macedônia)
55. "Selamat Hari Natal" (Malásia)
56. "Puthuvalsara Aashamsakal" (Parte da Índia)
57. "Nollick ghennal as blein vie noa" (Ilha do Homem)
58. "Meri Kirihimete" (Austrália/maoris)
59. "Zul saryn bolon shine ony mend devshuulye" (Mongólia)
60. "Festusu Natale e Bona ana noeva" (Mônaco)
61. "Merry Keshmish" (Estados Unidos - nativos navajos)
62. "Polit nadal e bona annada" (Regiões da França, Itália, Mônaco e Espanha)
63. "Sukhamaya christmass ebang khusibhara naba barsa" (Região da Índia)
64. "Malugud Pascu at saca Masayang Bayung Banua" (Regiões da África)
65. "Bikpela Krismas na Nupela yia i go ong yu" (Papua Nova Guiné)
66. "En frehlicher Grischtdaag unen hallich Nei Yaahr" (Região da Alemanha)
67. "Wesolych Swiat Bozego Narodzenia" (Polônia)
68. "Boas Festas e um feliz Ano Novo" (Portugal)
69. "Christmas Aao Ne-way Kaal Mo Mobarak Sha" (Afeganistão e Paquistão)
70. "Bella Festas da zNadal ed in Ventiravel Onn Nov" (Partes da Itália e Suíça)
71. "Legreivlas fiastas da Nadal e bien niev onn" (Suíça)
72. "Bachtalo krecunu Thaj Bachtalo Nevo Bers" (romani, dos ciganos)
73. "Pozdrevlyayu s prazdnikom Rozhdestva i s Novim Godom"Sami "Buorrit Juovllat" (Rússia)
74. "Felize Nadale e Bonu Cabuannu" (Parte da Turquia)
75. "Bonu nadale e prosperu annu nou" (Regiões da Itália, Inglaterra, EUA, Austrália)
76. "Subha nath thalak Vewa. Subha Aluth Awrudhak Vewa" (Sri Lanka)
77. "Vesele Vianoce a stastny novy rok" (Eslovênia)
78. "Vesele Vianoce. A stastlivy Novy Rok" (Eslováquia)
79. "Wjesole hody a strowe Nowe leto" (Sérvia)
80. "God Jul och Gott Nytt År" (Suécia)
81. "Nathar Puthu Varuda Valthukkal" (Parte da Índia, Sri Lanka, Myanmar, Malásia, Indonésia)
82. "Kilisimasi Fiefia & Ta'u fo'ou monu ia" (Togo)
83. "Neekirissimas annim oo iyer seefe feyiyeech" (lhas Carolinas)
84. "Noeliniz Ve Yeni Yiliniz Kutlu Olsun" (Turquia)
85. "Srozhdestvom Kristovym" (Ucrânia)
86. "Naya Saal Mubarak Ho" (Regiões do Afeganistão, Paquistão e Índia)
87. "Fuera La Marina de Vieques" (Porto Rico)
88. "Chuc Mung Giang Sinh - Chuc Mung Tan Nien" (Vietnã)
89. "Siniqwenelela Ikrisimesi EmnandI Nonyaka Omtsha Ozele Iintsikelelo Namathamsanqa" (África do Sul)
90. "Cestitamo Bozic" (Yugoslávia, atual Sériva, Croácia e Macedônia)
91. "Sinifesela Ukhisimusi Omuhle Nonyaka Omusha Onempumelelo" (Parte da África)

Se a sua língua não está aqui, por favor, entre em contato com a coluna através do e-mail menosordinaria@gmail.com. Hasta la vista, baby!

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Ordinariazinhas


Às vezes, eu me pergunto: onde é que estou com a cabeça? E você?

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Redneck, em inglês, define um homem rude (e nude), grosseiro. Às vezes, posso ser bem bronco. Mas, na maior parte do tempo, sou doce, sensível e rio de tudo, inclusive de mim mesmo. (Redneck is an English expression meaning rude, brute - and nude - man. Those who knows me know that sometimes can be very stupid. But most times, I'm sweet, sensitive and always laugh at everything, including myself.)

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