En la isla bonita con Alejandro y Fernando
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O meio
O fim
Postado por | Post by Redneck às 00:30
Categoria | Categorie ABBA, LadyGaGa, Madonna, Música, Vídeo
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Pode ou não gostar-se de Lady GaGa; eu pessoalmente não gosto! Há limites ao artificialismo total, à única meta que interessa: vender uma "marca".
Os Abba, vendiam, havia marketing, com certeza, mas as suas músicas, quem as não conhece hoje?
Madonna tem ao seu serviço uma imensa equipa profissionalmente muito eficiente, mas é ela, com a experiência dos seus 50 anos, com o seu percurso feito de escândalos, mas de boa música e de uma excelente voz, que a elevaram ao expoente máximo da "divindade" musical de uma época.
Questiono, talvez com alguma suspeita, o que ficará de Lady GaGa daqui a uns anos? O acerto de vídeos extremamente bem elaborados ao serviço de uma "clonagem" estudada ao mínimo pormenor? É pouco, possivelmente...
Pinguim, é isso mesmo. Outro dia, fiz um post exatamente sobre o fenômeno GaGamania e de como se constrói uma carreira nos dias atuais. O ABBA eu o considero um clássico. Surgiu numa época que hoje parece distante, em que não havia globalização e tampouco todo esse aparato mercadológico que invade todas as mídias. A Madonna já surgiu em outro contexto e, ainda assim, foi, de certa forma, pioneira no uso do marketing a favor dela. Soube como ninguém usar todos os meios e recursos para atrair a si a atenção e, consequentemente, vender. Funcionou e ainda funciona. Agora, no cenário brasileiro e mundial, o que vemos é 'carreiras' lançadas aos fogos de muita divulgação, de 'fatos' fabricados e de vendagens estratosféricas. No entanto, prevalece, na minha opinião, o talento. Quem o tem, fica. E volto ao ABBA: são conhecidos no mundo inteiro sem que tivessem que usar os recursos tão globalizados que temos hoje. Abraço!
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